Mediunidade com Kardec
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- 48. Quem são os Espíritos? Qual a diferença entre alma e Espírito?
Em O Livro dos Espíritos (questão 76), Kardec sabiamente busca esse esclarecimento ao perguntar: – Como podemos definir os Espíritos? Resposta: “Podemos dizer que os Espíritos são os seres inteligentes da criação. Eles povoam o Universo, além do mundo material.” Já na questão 134 da referida obra e suas subdivisões, Kardec volta a indagar: – O que é a alma? Resposta: “Um Espírito encarnado.” – O que era a alma, antes de unir-se ao corpo? R: “Espírito.” – As almas e os Espíritos são, portanto, uma e a mesma coisa? R: “Sim, as almas não são mais que Espíritos. Antes de ligar-se ao corpo, a alma é um dos seres inteligentes que povoam o mundo invisível, e depois reveste temporariamente um invólucro carnal, para se purificar e esclarecer.” Em outro recorte da codificação, mais precisamente na obra Resumo da Lei dos Fenômenos Espíritas , Kardec nos elucida ao dizer que os Espíritos não são, como frequentemente se imagina, seres à parte na criação; são as almas daqueles que viveram sobre a Terra ou em outros mundos. As almas ou Espíritos são, pois, uma única e mesma coisa. Segundo o codificador, em O Livro dos Médiuns (Segunda parte; cap. 1), o Espírito não é uma abstração, é um ser definido, limitado e circunscrito. O Espírito encarnado no corpo constitui a alma . Desse modo, o Espírito é a individualidade consciente, que existe antes, durante e depois da encarnação. Quando o Espírito está encarnado, ou seja, unido a um corpo físico, ele é chamado de alma. Em suma, a alma é o Espírito (princípio inteligente individualizado) que anima o corpo físico em estado de encarnação. Após a morte do corpo físico, a alma retorna à condição de Espírito. Em termos gerais, a alma é o Espírito encarnado, e o Espírito é a alma desembaraçada do corpo físico. Texto extraído do livro Mediunidade com Kardec de Patrick Lima . Capítulo 5: Mentores Espirituais Pergunta 48: Quem são os Espíritos? Qual a diferença entre alma e Espírito? Como citar: LIMA, Patrick. Mediunidade com Kardec. Poverello Edições, 2023. 1ª ed. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS KARDEC , Allan. O Livro dos Espíritos. Tradução de Guillon Ribeiro. FEB; 93ª edição. Rio de Janeiro, 2014. KARDEC , Allan. Resumo da Lei dos Fenômenos Espíritas. Tradução de Salvador Gentile. IDE Editora, 2012. KARDEC , Allan. O Livro dos Médiuns. Tradução de Salvador Gentile. 9ª edição. Editora Boa Nova, 2004.
- 49. Quem são os Anjos da Guarda, Mentores ou Guias Espirituais?
Se os Espíritos são as almas dos homens que viveram sobre a terra, ou até mesmo em outros planetas, conforme a doutrina espírita nos ensina (vide questão 48 ), os anjos são essas mesmas almas ou Espíritos chegados a um estado de perfeição que os aproxima da Divindade. (Revista Espírita, edição de março de 1866) Segundo os ensinamentos apresentados em O Livro dos Espíritos (questão 96), veremos que os Espíritos são de diferentes ordens, conforme o grau de perfeição que tenham alcançado . Desse modo, os seres que recebem o nome de anjo guardião, bom gênio, guia ou mentor espiritual, são os Espíritos que atingiram um elevado grau de evolução e pureza. Esta afirmação é confirmada através da questão 129 da obra supracitada, na qual destacamos: – Os anjos também percorreram todos os graus? Resposta dos Espíritos: “Percorreram todos. Mas, como já dissemos: uns aceitaram a sua missão sem lamentar e chegaram mais depressa; outros empregaram maior ou menor tempo para chegar à perfeição.” CLASSIFICAÇÃO EVOLUTIVA DOS ESPÍRITOS Para que o Espírito alcance esse grau de pureza e perfeição, é necessário que ele percorra uma escala evolutiva. Ainda com base na obra acima citada, Kardec dividiu o grau de adiantamento dos Espíritos em 3 ordens e 10 classes. Tal escala compreende como ponto de partida a terceira ordem , que corresponde a classe dos Espíritos Imperfeitos (10ª classe); seguidos pelos Espíritos Levianos (9ª classe); Pseudossábios (8ª classe); Neutros (7ª classe); Batedores e Perturbadores (6ª classe). Avançando para a segunda ordem , teremos a classe dos Espíritos Benévolos (5ª classe); de Ciência (4ª classe); de Sabedoria (3ª classe); Superiores (2ª classe). Finalmente, na primeira ordem , chegamos à classe dos Espíritos Puros (1ª classe). ANJO GUARDIÃO, MENTOR OU GUIA ESPIRITUAL Dando continuidade, ainda na obra em destaque, Kardec retoma o tema referente ao anjo guardião ao interpelar: Questão 490 – Que se deve entender por anjo da guarda? Resposta: “O Espírito protetor de uma ordem elevada.” 491 – Qual a missão do Espírito protetor? R: “A de um pai para com os filhos: conduzir o seu protegido pelo bom caminho, ajudá-lo com os seus conselhos, consolá-lo nas suas aflições, sustentar sua coragem nas provas da vida.” Em sequência, Kardec volta a indagar: 492 – O Espírito protetor é ligado ao indivíduo desde o seu nascimento? R: “Desde o nascimento até a morte, e frequentemente o segue depois da morte, na vida espírita, e mesmo através de numerosas experiências corpóreas, porque essas existências não são mais do que fases bem curtas da vida do Espírito.” 493 – A missão do Espírito protetor é voluntária ou obrigatória? R: “O Espírito é obrigado a velar por vós porque aceitou essa tarefa, mas pode escolher os seres que lhe são simpáticos. Para uns, isso é um prazer; para outros, uma missão ou um dever.” Embora já tenha sido amplamente esclarecido, é importante reiterar que os guias e mentores não são seres criados à parte, mas Espíritos que alcançaram um elevado grau de evolução, tendo percorrido os mesmos estágios que hoje buscamos vencer. Dessa forma, por meio de suas experiências, conhecem intimamente as dificuldades enfrentadas por aqueles a quem assistem, tanto no estado de encarnados quanto na erraticidade (no plano espiritual). GUIAS ESPIRITUAIS DO MÉDIUM Em Médiuns (psicografia de João Nunes Maia ) , mais precisamente no capítulo denominado Os Guias Espirituais, encontraremos o autor espiritual Miramez tecendo as seguintes observações: “Os guias espirituais de um médium se configuram como pais na frequência do amor e da justiça, sem alterar as necessidades do filho do coração, ajudando-o a andar com os seus próprios pés." Dando continuidade, esclarece Miramez: "Há quem diga que os guias abandonam os seus tutelados. Não existe abandono nestes casos. Eles, os benfeitores espirituais, ajudam mais, porém, em outra frequência, até o medianeiro compreender o tesouro que está ao seu dispor, dependendo da sua disposição ao bem da coletividade." Por fim, arremata o benfeitor: " Os guias espirituais são afáveis, quando essa afabilidade desperta algo de bom no aprendiz. São enérgicos, quando essa energia abre os olhos do candidato à luz, no sentido de disciplinar a razão e educar os sentimentos. ” Em virtude dos fatos acima mencionados, podemos concluir que nossos guias espirituais nunca nos abandonam de fato e seguem velando por nós como verdadeiros pais e/ou professores amorosos. Acompanhando passo a passo nossa trajetória evolutiva, nossas dores e dissabores, gozos e alegrias, permitem que certos males nos acometam para a ampliação do nosso aprendizado, sempre respeitando as leis de causa e efeito. Isto é, os valores morais que o médium possui não o isenta das provas que ele deve passar, mas faculta-lhe a companhia e a simpatia dos bons Espíritos (que o ajuda e ampara nos momentos difíceis). ANJOS DA GUARDA, POR SANTO AGOSTINHO E SÃO LUÍS Para concluir o nosso raciocínio, transcrevemos abaixo uma síntese da mensagem – assinada pelos Espíritos de São Luís e Santo Agostinho – encontrada em O Livro dos Espíritos , bem como, na Revista Espírita de 1859: Há uma doutrina que deveria converter os mais incrédulos, por seu encanto e por sua doçura: a dos anjos da guarda. Pensar que tendes sempre junto a vós seres que vos são superiores; que aí estão sempre para vos aconselhar, para vos sustentar, para vos ajudar a escalar a áspera montanha do bem; que são amigos mais certos e mais dedicados do que as mais íntimas ligações que possais estabelecer na Terra, não é uma ideia consoladora? Esses seres aí estão por ordem de Deus. Foi ele que os pôs ao vosso lado. Aí se acham por amor a ele e realizam bela e penosa missão. Sim, onde quer que estejais, estarão convosco. Os calabouços, os hospitais, os lugares de deboche, a solidão, nada vos separa desses amigos que não vedes, mas cujos suaves impulsos vossa alma sente, como lhes escuta os sábios conselhos. [...] Nada penseis ocultar-lhes, pois eles têm o olhar de Deus e não podeis enganá-los. [...] Aos que pensassem ser impossível a Espíritos realmente elevados ater-se a uma tarefa tão laboriosa e de todos os instantes, diremos que influenciamos vossas almas mesmo estando a milhões de léguas de vós. Para nós, nada é o espaço, e mesmo vivendo num outro mundo, nossos Espíritos conservam suas ligações com o vosso. [...] Cada anjo da guarda tem o seu protegido, sobre o qual vela como um pai sobre o filho. É feliz quando o vê seguir o bom caminho e sofre quando seus conselhos são desprezados. Texto extraído do livro Mediunidade com Kardec de Patrick Lima . Capítulo 5: Mentores Espirituais Pergunta 49: Quem são os Anjos da Guarda, Mentores ou Guias Espirituais? Como citar: LIMA, Patrick. Mediunidade com Kardec. Poverello Edições, 2023. 1ª ed. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS KARDEC , Allan. Revista Espírita – Jornal de estudos psicológicos – março de 1866. Tradução de Julio Abreu Filho. Edicel, 2021. KARDEC , Allan. O Livro dos Espíritos. Tradução de Guillon Ribeiro. FEB; 93ª edição. Rio de Janeiro, 2014 MAIA , João Nunes (psicografia). Médiuns. Miramez (espírito). Fonte Viva, 19ª edição, 2017. KARDEC , Allan. Revista Espírita – Jornal de estudos psicológicos – fevereiro de 1859. Tradução de Julio Abreu Filho. Edicel Editora; 4ª edição, março de 2020.
- 51. Como os guias espirituais se comunicam com aqueles que estão sob sua orientação?
Espíritas! amai-vos, este o primeiro ensinamento; instruí-vos, este o segundo. (O Espírito da Verdade, Paris, 1860 – O Evangelho Segundo o Espiritismo ) Parafraseando o instrutor espiritual Miramez, compreenderemos que a mediunidade ocorre com maior frequência dentro do nosso próprio lar, porém, de maneira inspirativa e intuitiva; nunca por meio dos processos utilizados pelo Espiritismo, a exemplo da psicofonia. ( Médiuns , pela psicografia de João Nunes Maia) De tal modo, os guias espirituais costumam nos intuir e inspirar através do livro, principalmente aqueles voltados para a nossa educação moral e sentimental. Portanto, todo candidato a médium deve buscar como companhia diária livros que tenham como base o amor, a conduta no bem, o levantamento do nosso ânimo, a prática da caridade, dentre outras virtudes. INSPIRAÇÃO E INTUIÇÃO Tais inspirações e intuições também podem ser obtidas de outras formas. Entretanto, o medianeiro, ao ler um livro edificante, torna-se mais receptivo a absorver as boas vibrações da espiritualidade superior, pois eleva o seu pensamento na medida em que reflete sobre os ensinamentos contidos em cada página. Esse é o mesmo princípio utilizado pelos benfeitores espirituais durante as palestras espíritas, sejam elas presenciais – nas casas espíritas – ou virtuais. Em Mediunidade: Desafios e Bênçãos , o benfeitor Manoel Philomeno de Miranda – pela psicografia de Divaldo Franco – disserta a respeito da boa leitura ao escrever: “As leituras portadoras de mensagens enriquecedoras de paz e de sabedoria conseguem arquivar-se na memória, substituindo as fixações doentias e mesmo conseguindo anulá-las.” AMAI-VOS E INSTRUÍ-VOS Jesus Cristo – O Espírito da Verdade – foi imensamente sábio ao recomendar-nos, além do amor, a instrução. Nenhuma outra doutrina destinou tanta energia para trazer ao mundo livros com grande teor moral, intelectual, científico e filosófico como o Espiritismo. Dessa forma, encontraremos na doutrina dos Espíritos livros que são verdadeiros alimentos para a alma. Além disso, o médium também pode procurar outras fontes literárias para sua instrução fora do acervo espírita, bebendo de diversas fontes, porém, filtrando e tirando sempre aquilo que lhe corresponde. Eis alguns dos princípios da fé raciocinada: o questionamento, a reflexão e a absorção dos bons conteúdos. Texto extraído do livro Mediunidade com Kardec de Patrick Lima . Capítulo 5: Mentores Espirituais Pergunta 51: Como os guias espirituais se comunicam com aqueles que estão sob sua orientação? Como citar: LIMA, Patrick. Mediunidade com Kardec. Poverello Edições, 2023. 1ª ed. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS KARDEC , Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. Tradução de Salvador Gentile. 21ª edição. Editora Boa Nova, 2017. MAIA , João Nunes (psicografia). Médiuns. Miramez (espírito). Fonte Viva, 19ª edição, 2017. FRANCO , Divaldo Pereira (psicografia). Mediunidade: Desafios e Bênçãos. Manoel Philomeno De Miranda (espírito). Editora LEAL, 2019.
- 53. O Espiritismo acredita no diabo e nos demônios?
Conforme destacado em O Livro dos Espíritos , a partir da questão nº 100, os seres conhecidos como anjos são Espíritos que, após percorrerem uma vasta escala evolutiva, alcançaram a pureza e a perfeição. Dessa forma, compreendemos que há uma escala de infinitos matizes entre o átomo e o arcanjo , contemplando assim, entidades de todas as ordens, classes, categorias, sentimentos e pensamentos variados. ( vide questão 49 ) Portanto, o diabo , assim como os demônios , não são seres criados a parte, mas, as almas dos próprios homens que ainda se comprazem na maldade, na ira, em manipular o próximo, causando discórdia, guerras, etc. Ou seja, são Espíritos que ainda não atingiram a perfeição, encontrando-se nos primeiros degraus da sua senda evolutiva . Allan Kardec, na obra O Céu e o Inferno , discorre sobre esse assunto ao escrever: Há Espíritos, por conseguinte, em todos os graus de saber e de ignorância, de bondade e de maldade. Nas posições inferiores, há os que estão ainda profundamente inclinados ao mal, e nele se comprazem. Pode-se chamá-los demônios, se se quiser, pois são capazes de todas as maldades atribuídas a estes últimos. Se o Espiritismo não lhes dá esse nome, é que se vincula a ele a ideia de seres distintos da humanidade, de uma natureza essencialmente perversa, devotados ao mal por toda a eternidade e incapazes de progredir no bem. Ainda na referida obra, o filho de Lyon compara a visão da igreja com a do Espiritismo sobre os seres conhecidos como demônios : Segundo a doutrina da Igreja, os demônios foram criados bons, e tornaram-se maus por sua desobediência: são anjos caídos; foram colocados por Deus no alto da escala, e desceram. Segundo o Espiritismo, são Espíritos imperfeitos, mas que se aperfeiçoarão; ainda estão na parte inferior da escala, e subirão. Para melhor compreensão, meditemos no ensino dos Espíritos, extraídos da questão 131 de O Livro dos Espíritos : – Há demônios, no sentido que se dá a esta palavra? Resposta dos Espíritos: Se houvesse demônios, seriam obra de Deus. Mas, porventura, Deus seria justo e bom se houvera criado seres destinados eternamente ao mal e a permanecerem eternamente desgraçados? Se há demônios, eles se encontram no mundo inferior em que habitas e em outros semelhantes. São esses homens hipócritas que fazem de um Deus justo um Deus mau e vingativo, e que julgam agradá-lo por meio das abominações que praticam em seu nome. ORIGEM DO TERMO "DEMÔNIO" Para concluirmos, após a resposta dada pelos Espíritos na pergunta acima, Kardec acrescenta que a palavra demônio não implica a ideia de Espírito mau, senão na sua acepção moderna, porquanto o termo grego daímōn, donde ela derivou, significa gênio, inteligência e se aplicava aos seres incorpóreos, bons ou maus, indistintamente. Por demônios, acrescenta o codificador, segundo a acepção vulgar da palavra, se entendem seres essencialmente malfazejos. Como todas as coisas, eles teriam sido criados por Deus. Ora, Deus, que é soberanamente justo e bom, não pode ter criado seres prepostos, por sua natureza, ao mal e condenados por toda a eternidade. Se não fossem obra de Deus, existiriam, como ele, desde toda a eternidade, ou então haveria muitas potências soberanas. [...] REPRESENTAÇÃO ALEGÓRICA DO MAL Dando continuidade, Kardec destaca que o termo demônios refere-se aos Espíritos impuros, cuja condição frequentemente não é superior à das entidades comumente chamadas por esse nome. No entanto, há uma distinção importante: o estado desses Espíritos é temporário. São seres imperfeitos que se revoltam contra as provas que lhes são destinadas, prolongando assim seu sofrimento. Contudo, quando decidirem, também poderão superar essa condição. Por fim, Kardec reitera que não existem seres criados exclusivamente para o mal, tal como a ideia que temos da figura de Satanás . Segundo o codificador, o termo Satanás é, na verdade, uma representação alegórica do mal, pois não se pode conceber a existência de um ser maligno que pudesse competir com a Divindade e cujo único objetivo fosse opor-se aos seus desígnios. Texto extraído do livro Mediunidade com Kardec de Patrick Lima . Capítulo 5: Mentores Espirituais Pergunta 53: O Espiritismo acredita no diabo e nos demônios? Como citar: LIMA, Patrick. Mediunidade com Kardec. Poverello Edições, 2023. 1ª ed. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS KARDEC , Allan. O Livro dos Espíritos. Tradução de Guillon Ribeiro. FEB; 93ª edição. Rio de Janeiro, 2014. KARDEC , Allan. O Céu e o Inferno ou a justiça divina segundo o Espiritismo. Tradução de Manuel Quintão. FEB Editora, 2018.




